<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957</id><updated>2011-10-11T02:59:30.968-03:00</updated><title type='text'>Copos d'água.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-5634693713494860506</id><published>2011-08-23T22:09:00.001-03:00</published><updated>2011-08-24T17:53:24.258-03:00</updated><title type='text'>O momento decisivo.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma 20×25, em preto e branco, fosco. Ana olhava para aquele pedaço de papel com brilho nos olhos e um leve suspiro. Para qualquer pessoa, aquele retrato não significava absolutamente nada e tudo que poderia representar, se observado com a mínima empatia, era um afeto casual de namorados (como aqueles que se encontra em todas as esquinas e mesas de cafés).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela sabia, porém, que Cartier-Bresson previra o momento daquele retrato muito antes de ele acontecer, e que ele não era nada casual. Era o “momento decisivo”, aquele segundo antes do beijo, o silêncio absoluto antes de uma frase e a falta de ar diante do abismo. Sua importância era imensurável, e ela se sentia aliviada por ele também saber disso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-5634693713494860506?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/5634693713494860506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=5634693713494860506' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5634693713494860506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5634693713494860506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2011/08/o-momento-decisivo.html' title='O momento decisivo.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-7356384594426606925</id><published>2011-04-26T20:29:00.001-03:00</published><updated>2011-04-26T20:30:03.061-03:00</updated><title type='text'>All in</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela tinha um leque de cartas na mão e a cara de quem escondia um bom jogo. Precisava de no mínimo uma trinca de seis e se manteria na aposta, depois daquele "fecha os olhos e all in". Uma garrafa de whisky pela metade e a aliança de ouro na mesa, entre ases e reis, amenizavam a podridão daquele hotel meia-boca beira-de-estrada. Era tanta fumaça numa semi-escuridão e tantas cinzas cobrindo o piso, que vira e mexe se escutava um "Diabos!!", vindo dos cantos do pequeno hall, seguido de um estardalhaço de cadeiras e copos indo pro chão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era a única mulher no meio de machos beberrões, mas se sentia a vontade sentada ao lado daqueles zé-ninguém, naquele fim de mundo. A sensação de um universo inteiro desconhecido lhe era no mínimo confortante, por saber que ali ela não era mais do que uma passante, desconhecida, e que não devia nada a qualquer um.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ana havia sumido de casa há alguns dias, desde a última briga com o seu marido, e ainda levava as marcas na mão e o curativo do soco que a fez quebrar o espelho do banheiro. Aquela noite de domingo tinha sido uma das mais angustiantes desde o começo de sua vida de casada e a tinha feito decidir que aquele não era o futuro que queria pra si. Vira e mexe, sentia falta do seu desprendimento e inconsequência, das bebidas e do sexo casual, além de achar que seu amor nunca seria suficiente. Pegou a mochila e decidiu fugir, pra sabe-se lá aonde...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não havia ainda parado pra raciocinar sobre o que havia feito desde então, mas ao olhar seu dedo vazio na mão esquerda e a aliança jogada na mesa, valendo tanto quando alguns maços de cigarros, deu-se conta do que estava acontecendo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eram duas da manhã e o vento que vinha de fora sussurrava uma madrugada mais que gélida. Ana contava com a sorte... Mas ainda não sabia se queria perder ou ganhar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-7356384594426606925?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/7356384594426606925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=7356384594426606925' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7356384594426606925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7356384594426606925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2011/04/all-in.html' title='All in'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-8382383455902240473</id><published>2010-12-29T02:28:00.002-02:00</published><updated>2011-08-23T22:13:47.396-03:00</updated><title type='text'>Fusão.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De volta à luz da lua, alumiar os pensamentos..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minhas vontades são meus deuses. Deixei por tantas que o arrepio guiasse meus cânticos incompreensíveis, nas línguas que eu mesma inventava, enquanto perdida em outros corpos.&amp;nbsp;Tive visões dos mais altos lugares e as palpitações mais intensas, durante danças de passos instintivos..&amp;nbsp;Hoje tudo que eu queria era me cobrir de terra, e só de terra, enquanto a percussão de tambores nos guiasse nos ritmos constantes de excitação que as batidas trazem. Fechar os olhos e que o vento nos leve.. que as raízes nos envolvam, e que sua chuva me purifique.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-8382383455902240473?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/8382383455902240473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=8382383455902240473' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8382383455902240473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8382383455902240473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/12/fusao.html' title='Fusão.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-6303681144243171131</id><published>2010-12-27T17:03:00.004-02:00</published><updated>2010-12-29T10:09:32.676-02:00</updated><title type='text'>Espectro.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era a primeira vez que ela entrava naquele apartamento grande e vazio onde ele morava. Transpôs a porta da sala com uma objeção que se recusou a expressar, enquanto o assoalho de madeira rangia, reclamando das dores de quem ali pisava.. A angústia e a culpa davam ao desejo dimensões ainda maiores, e a paixão cegava qualquer faísca de razão que poderia surgir dentro daquele cômodo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era como se os pés de Ana e sua cabeça estivessem numa luta, numa queda de braço... E cada centímetro que ela adentrava no corredor, que parecia infinito, era uma vitória de seu corpo sobre sua racionalidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Suas mãos estavam frias e dormentes, mas as mãos quentes dele sobre as dela, amenizavam um pouco o receio que lhe causava falta de ar..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela pisou dentro do quarto. Não era nada fora do comum, mas lhe trazia uma sensação aniquilante de acolhimento.. o computador, a cômoda e o violão jogado na cama lhe eram de alguma forma familiares, e ela não podia deixar de odiar isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele entrelaçou os dedos nos cabelos dela e procurou atrás de seus olhos alguma resposta pra aquilo tudo.. também não compreendia o que ela lhe causava e porque a desejava tanto, mesmo quando não devia..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não deviam! Isso era mais do que claro, e não fazia sentido algum insistir num erro como aquele, que soava imperdoável. E imperdoável por quê? - ela pensava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A respiração de ambos era sincrônica, enquanto as mãos arrepiavam caminhos rasgados nos corpos. A liberdade parecia mais sedutora do que o sexo em si, mas era um passo sem volta.&amp;nbsp;Ele a invadiu e deixou nas entranhas a marca dos lábios e o som de algumas notas..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As&amp;nbsp;noites não seriam mais as mesmas... e ela mal sabia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-6303681144243171131?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/6303681144243171131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=6303681144243171131' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6303681144243171131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6303681144243171131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/12/espectro.html' title='Espectro.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2681027214652030645</id><published>2010-11-03T00:27:00.082-02:00</published><updated>2010-11-03T08:27:07.458-02:00</updated><title type='text'>Lado B.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Escancarou a porta num um rangido estridente, entrou em casa deixando pegadas molhadas no assoalho e arremessou a bolsa de qualquer jeito no sofá. As maquiagens baratas, algumas tantas moedas trocadas e o maço de cigarro foram todos parar no chão da sala. Ninguém se importaria com isso agora, eram onze e meia da noite daquele domingo rastejante e tudo que Ana queria era se lavar, esticar suas pernas fadigadas na cama e desmaiar, sem raciocinar sobre como havia sido o seu dia ou como havia de ser o seguinte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ele veio da cozinha e entrou no banheiro mal iluminado, de onde achou que havia escutado um barulho. Ela o olhou de relance pelo espelho embaçado e continuou guardando suas lentes de contato, jogou tanta água no rosto que parecia querer se afogar ali mesmo na pia e afundou a cara na toalha, enquanto ele resmungava algo sobre dor de cabeça, batata frita e Robert Johnson. Ela não pediu licença e passou por ele pela porta, sem encarar os olhos azuis que procuravam em desespero o encontro com os dela, desde que havia chego. Ela sabia que se entregava por ele num olhar ou num sorriso qualquer, como uma adolescente idiota que ainda não sabe que é nessa rendição ingênua que mora o diabo, então procurou se refugiar na apatia que a impedia de querer qualquer contato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Sentou-se na cama e arrancou fora os sapatos e as roupas, como se estivessem lhe causando repulsa, e &amp;nbsp;vestiu uma camiseta velha dele, a primeira que alcançou na gaveta, como sempre fazia. Dessa vez, era uma cinza desbotada, com um furo na manga esquerda, dos Rolling Stones e de tecido roto, que só tinha na frente um logo vermelho já quase apagado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;When the train, it left the station&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;with two lights on behind&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;When the train, it left the station&lt;br /&gt;with two lights on behind&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;Well, the blue light was my blues&lt;br /&gt;and the red light was my mind,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;All my love's in vain...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;- tocando na vitrola poeirenta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt; da sala.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ele questionava sobre o dia dela, enquanto discorria sobre seu café amargo e pão francês quando ainda era quase escuro, a caminhada solitária pelo parque com chuvisco, um cachorro manco, angústia estranha no peito e... silêncio. Ana nada dizia.. O timbre maldito daquela voz sempre lhe foi doce demais, o que nessa hora era insuportável. Virou de lado, fechou os olhos e viu um flash de pernas entrelaçadas e pingos de suor...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Ela haveria de tomar um banho, e ele, umas várias doses de whisky.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2681027214652030645?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2681027214652030645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2681027214652030645' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2681027214652030645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2681027214652030645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/11/lado-b_03.html' title='Lado B.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-6147669218306915418</id><published>2010-10-25T14:35:00.001-02:00</published><updated>2010-10-25T14:35:39.511-02:00</updated><title type='text'>Uma pílula pro meu copo d'água, por favor.</title><content type='html'>&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Dra.,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Deixei de escrever há tempos, eu sei... as horas me foram tomadas pelas coisas mundanas, e meus rodopios internos acabaram ficaram de lado. Não consigo compreender o que aconteceu nesse meio tempo em que permaneci em silêncio, tantos altos e baixos devem ter culminado num trauma que afetou ambos os pólos, e agora nenhum dos dois mais se manifesta.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Senti nesse momento uma urgência de lhe desenhar algumas letras, pois me vi mais doente do que nunca e percebi que não consigo me salvar sozinha. Na realidade, acho que o início se deu como uma doença auto-infligida, mas o fato é que agora eu perdi completamente o controle sobre ela.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Estou aqui, da forma mais fria possível, pra relatar o que se passa..&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Eu simplesmente não sinto mais.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;E é um sentimento estranho, esse do não-sentir.. Às vezes é mais cômodo sentir as coisas com menos intensidade, mas o não-sentir assim, por completo, ninguém quer.. Então quando você se dá conta de que está imerso até a cabeça nessa apatia, você chega quase perto de um esboço de tristeza.. Mas é uma tristeza tão débil e volúvel, que acaba se assemelhando às horas de felicidade, que são tão volúveis e superficiais quanto.. E no fim das contas, tudo se torna parecido dentro de você, e nada é sentimento, de fato. São só rascunhos, faíscas, que duram ínfimos momentos, e que passam sem impacto nenhum, pra logo retornar à neutralidade.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Não sei se estou conseguindo me fazer entender, eu já não possuo a mesma&amp;nbsp;expressividade de antes, e acho que perdi o jeito de lidar com as palavras.. Eu já não as entendo mais, e nem o contrário. Minha cabeça é um estado permanente de quietude, e minha alma perdeu a intensidade, como um silêncio sepulcral, parece que a apatia causou a morte dos meus sentidos, e que meu corpo age maquinalmente por si só.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Eu não sei se isso tem cura, mas se você puder me receitar alguma pílula que desperte qualquer coisa aqui dentro, eu agradeceria.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Sinceramente,&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Ana&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-6147669218306915418?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/6147669218306915418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=6147669218306915418' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6147669218306915418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6147669218306915418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/10/uma-pilula-pro-meu-copo-dagua-por-favor_25.html' title='Uma pílula pro meu copo d&apos;água, por favor.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2793090871435960149</id><published>2010-07-18T01:15:00.003-03:00</published><updated>2010-07-18T01:17:31.461-03:00</updated><title type='text'>Fobia.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Eu tenho medo de palhaços. É sério, começou quando eu tinha uns quatro anos de idade, eu tinha esse sonho recorrente em que um palhaço me jogava num túnel sem fim, e enquanto eu caía, eu via os rostos das pessoas que eu conhecia, por janelinhas pequenas&amp;nbsp;nas paredes.. Todo mundo acenava me dando tchau, como se fossem complacentes com o fato de que eu estava em queda livre, e que eles nada podiam fazer.. parecia que aceitavam isso como um fato imutável, e que não tinham outra opção além de demonstrar que me viam caindo, dando tchauzinhos com sorrisos amarelos nos rostos e uma expressão vazia de quem espera que fique tudo bem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Eu nunca cheguei no fim do túnel. Sempre acordava antes disso, dando um chute no ar e me percebendo com o coração acelerado e respiração ofegante. Acho que sonhei a mesma coisa dias seguidos, durante anos.. O palhaço era sempre o mesmo e as pessoas nas paredes do túnel sempre estavam lá. A única coisa que mudou durante o tempo, era que a minha raiva do palhaço foi sumindo a cada noite.. eu passei a aceitar que eu estava destinada a cair livremente naquele túnel, e que o palhaço nada fazia além de me entregar ao meu destino. Meu sentimento em relação às pessoas que eu via de lá de dentro mudou também.. o que no começo doía como um desespero para que me salvassem ou me ajudassem de alguma forma a interromper minha queda, foi se transformando numa decepção latente por nunca ver aquelas mãos estendidas.. Sempre distantes, sempre receosas. A decepção se transformou em pena, e logo a comicidade que eu deveria ver no palhaço, eu via em todas aquelas pessoas.. em seus acenos apáticos, medrosos e calculados, que refletiam a insegurança que eles próprios tinham em cair naquele túnel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Acabei aceitando a queda, mas os palhaços ainda me incomodam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2793090871435960149?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2793090871435960149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2793090871435960149' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2793090871435960149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2793090871435960149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/07/fobia.html' title='Fobia.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-5245956065784058235</id><published>2010-07-16T02:46:00.001-03:00</published><updated>2010-07-16T02:47:09.128-03:00</updated><title type='text'>Chove.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu juro que rio. É com lágrimas nos olhos, mas eu rio. Apesar de saber que tuas músicas não são pra mim, que tuas mãos seguram as minhas ao acaso, que teu olhar é dúbio e incerto, não falha em causar em mim essa ambiguidade que me faz querer ora te engolir e não te tirar de dentro de mim, ora te mandar pra ela, e que seja feliz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rio do meu desprendimento forçado e de desafio à tua preocupação com o meu choro não contido. Me dá ímpeto de gritar a plenos pulmões: "Não se preocupe comigo! Não me queira, em momento algum! Não goste de mim, que não goste..!" e fica preso na garganta o nó que só consegue sussurrar: "Ame.." Ame a mim, ame a ela, não importa, só ame. E assim me dê um motivo pra sentir que tua vida é completa, ou completa sem me ter.. me dê um motivo pra ir embora, ou um motivo pra me agarrar a isso com a alma, e com o sangue, e com todo o líquido que escorre de mim agora. Dos pulsos, dos olhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rio pra arrancar de ti um tapa na cara, um beijo de sugar o ar dos meus pulmões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rio..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;de lágrima.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-5245956065784058235?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/5245956065784058235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=5245956065784058235' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5245956065784058235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5245956065784058235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/07/chove.html' title='Chove.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-8724400420905546698</id><published>2010-07-13T16:06:00.001-03:00</published><updated>2010-07-13T16:08:18.466-03:00</updated><title type='text'>Depois do mar.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei o porque dessa angústia que me consome. Só quando a necessidade de me perder em meio à fumaça se faz latente é que eu paro e percebo algo de errado..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saí da água do mar impregnada por essa areia que não quer se desprender de mim, parece que se aprofundou às minhas entranhas só pela satisfação do atrito que me causa e da dor que eu não consigo me ver livre.. foi depois de te ter no mar, foi depois de me afogar em ti que me vi imersa e perdida nessa maresia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Corro que nem louca atrás de seus passos na areia e cada vez mais longe, pra saber de onde você veio, pra onde vai.. minhas pegadas se preocupam em formar linhas paralelas com as tuas, que vão se apagando com o tempo. Tento possuir tua história como se fosse a minha, mas estou tonta por não saber mais pra onde ir...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei mais o que faz sentido por aqui, mas a luz do teu farol é a única que me guia...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;e pisca.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-8724400420905546698?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/8724400420905546698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=8724400420905546698' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8724400420905546698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8724400420905546698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/07/depois-do-mar.html' title='Depois do mar.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-6123240597893358031</id><published>2010-07-03T23:54:00.003-03:00</published><updated>2010-07-13T16:07:39.724-03:00</updated><title type='text'>Dos corpos-imã ao primeiro engano.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu caro,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou escrevendo essa carta sem o intuito de mandá-la. No momento, o orgulho que me prende de falar contigo é maior do que a real vontade que me aflige, então decidi que vou colocar minha alma nesse papel branco endereçado a ti, e que se algum dia eu resolver que você deve mesmo saber de tudo, só vou precisar entregar todas essas palavras que agora eu desenho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra começar, eu não sei como te chamar, ou como me dirigir a você.. "meu caro" parece suprir a certa formalidade que ainda existe entre a gente, e também a intimidade que nos é devida, depois dos momentos de completa vulnerabilidade que passamos juntos, levando em consideração os espamos dos nossos corpos-imã e algumas palavras proferidas sinceramente e com completa intensidade. Também não sei onde você se encontra agora.. se bebe sozinho o líquido que te faz esquecer da vida, ou se brinda com terceiros a não existência de uma paixão que te prenda a si mesmo. Apesar dessa minha falta de consciência sobre que papel você representa agora, a minha única vontade era a de saber se a noite você pensa em mim, ou não.. Se como eu, coloca a cabeça no travesseiro e repassa cada minuto de mãos-dadas e olhos nos olhos, respirações ofegantes e vai-e-vens ininterruptos, em que o mundo de fora parecia não existir e o vento criava uma atmosfera só nossa... A impressão de que o Universo conspirava a nosso favor me é nítida desde a primeira vez em que meus lábios puderam tocar os teus, e quando eu senti um arrepio incontrolável na espinha durante aquele momento inesperado, que parecia na verdade ter sido proibido por décadas de acontecer... e que no momento quando finalmente se fez concretizado, explodiu do jeito mais devastador possível. Eu sentia o desespero na tua falta de fôlego e nas minhas mãos que não se contentavam em ficar paradas em ti por mais de alguns segundos.. Pensando bem, acho que foi mesmo ali onde o pecado se iniciou, e onde as raízes que devastariam meu chão começaram a se debater. Durante aquela hora em que te descobri, me perdi em mim, mas ainda não o sabia..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Me retiro agora pra um cigarro e um ar.. se a Lua puder ser ajuda para alumiar meus pensamentos, tento acabar logo essa carta quando estiver de volta)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-6123240597893358031?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/6123240597893358031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=6123240597893358031' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6123240597893358031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6123240597893358031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/07/dos-corpos-ima-ao-primeiro-engano.html' title='Dos corpos-imã ao primeiro engano.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-3244938652952645548</id><published>2010-06-10T22:14:00.004-03:00</published><updated>2010-06-13T20:11:16.772-03:00</updated><title type='text'>Despedida em meias palavras</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Já não enxergava as imagens da televisão há uns bons minutos.. para Ana, as legendas pareciam enormes borrões amarelos atravessando sua visão, e não formavam sentido algum. Sua cabeça estava distante dali, e focava no término de uma história onde ela era a protagonista. Virou para o lado, desprezando o enredo da tela à sua frente:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;_Então.. como pretende fazer dessa vez? Pegar o carro e ir embora no domingo, mesmo...? (Eu queria arrancar isso de dentro de mim, orar tanto para que não fosse, e que nunca mais cruzasse aquela porta e me largasse aqui..)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;_É, meus planos são de ir no domingo, logo depois do almoço.. (Mas meu peito teria outros planos pra mim, e pra ti, menina, se ele pudesse escolher. Me angustia tanto pensar em encher as malas, e deixar o vazio nos armários, dentro de ti..) O ruim mesmo é a preguiça de arrumar tudo logo depois de comer.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;_Domingo à tarde, depois do almoço, dá mesmo aquela vontadezinha de deitar no sofá e não fazer mais nada, né..&amp;nbsp;(E como eu queria me deitar ao teu lado, segurar tua mão quente, e permanecer assim até a Lua aparecer no alto, brilhando pra nós, e tornando o tempo contigo, infinito..)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;_Dá sim.. mas não encontro qualquer outro jeito.. Eu queria poder ficar mais um dia ou outro, ao invés de voltar e trabalhar na segunda, aproveitar também a calmaria do céu por aqui.. (E passar mais uma noite do teu lado, e acordar com a sensação do teu respirar no meu pescoço, sentir minha alma se arrepiar e formar com a tua uma coisa só, e te olhar dormindo.. e olhar, e olhar..)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;_Que pena você ter que ir, sendo que quer ficar.. (Mundo tão penoso esse.. e essa despedida que sempre vem contra a minha vontade, e a minha falta de jeito pra te pedir pra não se esvair do meu lado, quando nem focar nas tuas pupilas eu consigo.. desvio o olhar pra aquela moeda no chão ao lado da porta, tomada de angústia, de dor. Enquanto você deve estar achando que eu não estou nem aí pra o que fala.. se ao menos você soubesse...)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;_É.. uma pena, mesmo. (E só Deus sabe o quanto eu queria ficar aqui e te segurar forte perto de mim de novo e sentir teu beijo, e tua respiração ofegante, e o cheiro doce do teu cabelo.. mas não consigo nem pegar na tua mão e gritar o quanto te gosto! Não pense que eu não queria ficar aqui contigo.. não pense, por favor.)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;(E a cor se esvai do meu mundo, e teus dedos se desfalecem nos meus, e eu sinto a angústia que os ponteiros me trazem e o silêncio mais aniquilante, depois do estampido tão dolorido da porta..)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-3244938652952645548?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/3244938652952645548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=3244938652952645548' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/3244938652952645548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/3244938652952645548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/06/despedida-em-meias-palavras_10.html' title='Despedida em meias palavras'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2053451358165575150</id><published>2010-05-12T23:51:00.004-03:00</published><updated>2010-05-19T13:53:21.484-03:00</updated><title type='text'>Aos desavisados.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não pude deixar de pensar nela.. aquela famosa imagem dos Beatles em que eles pulam em meio à um vasto gramado, me saltou aos olhos. Era sua preferida, por lhe remeter à leveza e a felicidade que todos os dias buscava. Pode parecer piegas, mas a forma como ela descrevia a felicidade me soava tão rara e verdadeira, que de fato cheguei a acreditar que ela tinha decifrado qual era sua fórmula, e eu me deixava encantar por isso (mal sabia que eu depois viria a descobrir que essa felicidade da qual ela tanto falava, não passavam de paráfrases e aspas de alguns outros que provavelmente também não sabiam..). A imagem me trouxe-a à mente, e dessa vez, pela primeira, eu me deixei vagar pensando nela, e em tudo que havia acontecido desde então.. Suas feições agora me eram vazias, como se tivessem perdido a cor e a intensidade. Era um quadro velho, gasto, pelos quais se passa e não se percebe.. Ela tinha perdido o cheiro, o gosto, o tato, e qualquer reminiscência de sentimento que podia existir em mim. Não me tocavam mais suas angústias, seu sorriso era amarelo e forçado, daqueles que escondem uma vergonha da qual não se quer lembrar. Eu recordei daquele falso amor pelo qual eu me deixei levar, e que hoje me parece ter sido tão enlatado e conveniente.. Era conveniente, na época... hoje, não mais, então se descartou como lixo, coisa gasta, inútil.. Seu riso parecia ecoar na minha cabeça, estridente, uma vitrola desafinada. Suspirei.. Me deu pena. Pena daqueles que não sabem amar, e que se perdem tragando como loucos o cigarro de uma paixão inexistente que parece amor, e que parece real, e que parece pra sempre. Pena dessa falta de amor próprio que existe nela, em você, no velhinho sentado na esquina do lava-rápido. Mas não culpei esses tantos desavisados.. só olhei pro espelho e pedi: "Que consigam se levantar da queda.." - Porque eu não estarei mais aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2053451358165575150?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2053451358165575150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2053451358165575150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2053451358165575150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2053451358165575150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/05/nao-pude-deixar-de-nao-pensar-nela.html' title='Aos desavisados.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-4295965849338608915</id><published>2010-05-03T20:43:00.005-03:00</published><updated>2010-05-31T19:07:17.690-03:00</updated><title type='text'>O chapéu-coco e o orgasmo.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O odor de naftalina inundava o quarto, vinha dos armários de madeira detrás da porta e de dentro da penteadeira, que há muito tempo não arejavam devidamente. Dos lençóis amassados e revirados na cama, subia o cheiro de sexo e suor, que ajudavam a compor no cômodo uma atmosfera sufocante, mas que já não incomodava Ana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela se via através do espelho que ficava de pé ao lado da janela; esparramada na cama, nua, com a luz do criado mudo direto na sua cara, o que a impedia de ver Bruno corretamente. Ele, sem roupa, sentado no parapeito da janela do sobrado, olhava as luzes dos carros lá fora enquanto acendia um cigarro:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Você sabe que tudo que a gente tinha, acabou, né? Só sobrou esse sexo sujo que você faz tanta questão de tempos em tempos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Eu sei, e não ligo. Só quero o sexo, e que se foda o resto. Enquanto você me fizer gozar, eu ainda vou estar aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Porra, Ana, não podia ser mais perfeito. Enquanto eu puder te comer sem ter que olhar pra tua cara no dia seguinte, é o que eu vou fazer. E olha, eu garanto, sei que ninguém faz isso contigo melhor do que eu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_É Bruno, te digo o mesmo. Sei que a maldita da tua namorada não te faz gozar, e nunca vai conseguir. Aí você corre pra mim desesperado pra dar uma trepada e aliviar a dor de cabeça que a vagabunda te traz..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bruno ainda olhava pra fora, e tragava seu cigarro lentamente, filtrando as palavras de Ana, e deixando o fumo lhe inebriar. Observava como a vida longe daquele cômodo parecia agitada e cansativa, e sentia certa rejeição à idéia de ter que sair dali a pouco tempo, pra voltar à sua rotina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ana se admirava no espelho.. fazia mil caras e bocas pro seu reflexo, brincando com o chapéu-coco de Bruno, que estava em cima da cama.. deu uma risada contida, de si mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele voltou sua atenção à ela, que ainda estava deitada e com o chapéu na mão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_O que é que tá rindo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Nada não, besteira.. - e deu um sorriso sem graça mexendo no lençol da cama.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bruno ficou observando-a, e pensando no quão pouco ela tinha mudado com o tempo.. As mesmas manias, trejeitos, o mesmo sorriso embaraçado e os mesmos olhos desconfiados olhando por detrás da franja. O mesmo tique de morder o lábio quando transava e a mesma ânsia de liberdade. A única coisa que parecia ser diferente daqueles tempos pra lá, eram algumas tatuagens a mais, o cabelo que tinha crescido até a cintura, e a vontade de ter um filho. De resto, podia-se jurar que os anos não tinham passado pra ela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Pára de me olhar. - disse Ana. - Já me comeu, agora quer ficar olhando pra que? Pra poder bater uma punheta mais tarde?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Não, sua idiota. Até porque eu sei que se eu quiser te comer mais tarde de novo, você vai vir correndo.. E eu não preciso ficar batendo pensando em você, eu tenho a outra pra isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Affe, Bruno. Vai se foder..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ana olhou pro relógio de parede e constatou que já eram dez pras onze da noite, e que Bruno teria que sair logo, pra voltar pra casa. Pegou o chapéu-coco e o olhou profundamente, velho conhecido seu, desde que saiu com Bruno pela primeira vez. Arremessou o chapéu na direção dele, e apontou pro horário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_É.. acho que você já tem que voltar. Termina a porra do cigarro e se troca..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Aham, estou indo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele começou a colocar as calças lentamente, vendo Ana de canto de olho. Ela estava sentada na beira da cama e olhava fixamente pro chão, pras suas unhas do pé que descascavam um esmalte preto, e pra calcinha largada na porta do banheiro. Ela não tinha o porque de ter pressa, morava ali sozinha, e só teria que acordar no outro dia às oito da manhã; trabalhava num estúdio perto de casa, pintando quadros sob encomenda, retratos de famílias e qualquer outra coisa pela qual lhe pagassem bem. Não tirava muito dinheiro, mas era o suficiente pra se manter.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Bruno, - disse ela, ainda estática e olhando pro chão - não esquece de pegar teu whisky, que tá aqui em cima do criado mudo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Pode ficar com ele aí, da próxima vez que eu vier te comer, a gente toma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela olhou pra ele com cara de asco e deitou na cama.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Quando sair, apaga a luz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bruno pegou o chapéu-coco e suas chaves, fechou a janela do quarto e saiu calmamente dali, apagou a luz e fechou a porta com um estampido, que assustou Ana. Ela pegou um dos travesseiros e o abraçou, enquanto tentava dormir.. Percebeu que essa seria mais uma das longas noites em que seus problemas de insônia não lhe dariam paz. Pegou a garrafa de whisky e deu seis longos goles direto do gargalo, se masturbou, e com um gemido, pegou finalmente no sono.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-4295965849338608915?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/4295965849338608915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=4295965849338608915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/4295965849338608915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/4295965849338608915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/05/o-chapeu-coco-e-o-orgasmo.html' title='O chapéu-coco e o orgasmo.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-5849901201265980769</id><published>2010-04-06T17:01:00.002-03:00</published><updated>2010-05-19T13:54:17.862-03:00</updated><title type='text'>O fim mal anunciado.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era um daqueles momentos em que a gente se pega olhando pro pêndulo do relógio... Cada ida consegue parecer infinita, e cada volta que se arrasta,&amp;nbsp;intensiva essa sensação..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se a culpa era do relógio em si,&amp;nbsp;com seu movimento intermitente, ou se era eu, que a cada impulso me perdia em mim mesma, e fazia com que os segundos fossem eternos.. Mas nessas indas-e-vindas, me peguei a pensar sobre o tempo, e sobre a morte. A morte do sentimento, das memórias, e de tudo que de alguma forma se relaciona com os grãos que já caíram, numa ampulheta. A morte da essência, não-física, e não-visível, daquelas que a única coisa que se consegue fazer é sentir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tirei então, mil anos da minha vida pra pensar na morte, e consegui iluminar um ponto (o que de fato não poderia ter sido feito, já que a morte nasceu pra ser completa escuridão).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aquele&amp;nbsp;ponto era concentrado numa pena dançante, que flutuava no vácuo da essência, sem música, nem qualquer outro som. Aquela pena me desafiava, como se eu precisasse rasgá-la em ínfimas partes, para que&amp;nbsp;eu pudesse finalmente&amp;nbsp;a desvendar, e desvendar a verdade da vida.. mas ao mesmo tempo ela&amp;nbsp;me confortava, como que dizendo que a verdade era tão simples como o seu balançar.. sem vento, sem as intempéries do destino. Ela me dizia com o mais barulhento silêncio, que era só daquela quietude aniquilante de que eu era feita, e que minha gana de destruição interna e externa eram, na verdade, a mais pura paz. Me mostrou que os mais verdadeiros e intensos&amp;nbsp;sentimentos partem de um lugar puro, pleno, e transparente.. longe do ego ou&amp;nbsp;do pensamento. E que a morte de fato não existe.. já que o feixe de luz pode sempre&amp;nbsp;iluminar o caminho&amp;nbsp;por onde veio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ambígua assim, e simples assim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-5849901201265980769?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/5849901201265980769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=5849901201265980769' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5849901201265980769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5849901201265980769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/04/o-fim-mal-anunciado.html' title='O fim mal anunciado.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-5335454754121830224</id><published>2010-03-24T22:27:00.003-03:00</published><updated>2010-05-19T13:54:30.553-03:00</updated><title type='text'>Vomitando verdades.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei por onde começar o fim..&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tuas roupas jogadas no canto do quarto me lembram todas manhãs do quanto preciso dar um jeito nisso, dar um jeito em mim. Esse monte de cartas, fotos, sonhos e lembranças precisam de algum jeito ir embora com o sol de amanhã.. (e que o amanhã chegue logo, por favor).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não vejo verdade em me livrar dessas provas concretas de imediato, enquanto tudo ainda não está de fato dormente. A dor de jogar tudo fora, de colocar cada coisa no seu lugar me parece quase que insuportável agora.. e se tem algo que eu não preciso, é remexer nesse corte ainda aberto, sem previsão de quando cicatriza.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensei em deixar tudo ali, e fazer com que o quarto transforme a bagunça numa paisagem corriqueira e abstrata, pra, quem sabe, não doer tanto na hora de me livrar dela.. Mas aí visualizo o vazio.. que nada vai ser capaz de preencher ou amenizar. Um vazio pesado e frio, que vai sugar minha alma praquele canto, e vai aprisioná-la até que eu, por fim, te mate por completo dentro de mim. Parece duro, dolorido e não consigo mesmo acostumar com a idéia de que tem que ser assim, mas vai ser. Fiz uma promessa a mim mesma, dessa vez, e pretendo engolir seco e ir até o fim... acostumar com o nó na garganta do que parece ser impossível esquecer e conseguir te olhar nos olhos com a resignação e a verdade digna de quem fez o melhor que pôde.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que mais dói, apesar disso tudo, é saber o quanto você precisa se convencer, todos os dias, de que no fim das contas eu sou só um erro, um nada, e simplesmente alguém que não merece compartilhar tua vida contigo.. Saber que você tenta com todo o teu orgulho e força me afastar por completo de ti, da tua mente e coração, acaba por me aniquilar por completo dentro de mim também. É esse teu agir com falsa superioridade, é saber que você pensa em mim quando não quer, e que dorme se convencendo de que essa é a escolha certa, que me faz saber que isso tudo é na realidade só o caminho mais conveniente, e não o que carrega a verdade em si. Você vai conseguir me matar dentro de ti. Vai apagar cada rastro e vestígio de qualquer coisa boa que um dia tivemos, e o que vai sobrar vai ser a dor, as memórias ruins e o sentimento de que isso tudo foi um dos maiores enganos da tua vida. Vai esquecer que dei meu mundo pra ti, minha alma, meu coração, meu futuro.. e que se algum dia erramos, foi por tanto tentar acertar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não vou me enganar e dizer que você já não existe por aqui. Carrego-te ainda por inteiro e sei que é assim que está fadado a ser por um tempo, até que o relógio se encarregue de amenizar as coisas.. e eu sei que vai. Por ora, só peço ao vento que passe e que faça o dia um pouco mais suportável.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-5335454754121830224?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/5335454754121830224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=5335454754121830224' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5335454754121830224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5335454754121830224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/03/vomitando-verdades.html' title='Vomitando verdades.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2431772783839957460</id><published>2010-03-22T14:58:00.001-03:00</published><updated>2010-05-19T13:54:42.827-03:00</updated><title type='text'>Auto-análise.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Penso se eu deveria ter feito algo de diferente.. ter calado, quando era necessário se dizer a verdade.. ou ter gritado, quando meu silêncio parecia ser não compreendido.. Será que era tão angustiante a falta de mil provas concretas de amor, quando o que me parecia mais sensato era presentear com a liberdade e todo o carinho que eu guardava em mim? Se de fato errei em algum momento, carrego quase toda a certeza de que foi amar demais..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Perdi a razão, a cabeça, a visão, o caminho, a paz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2431772783839957460?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2431772783839957460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2431772783839957460' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2431772783839957460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2431772783839957460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/03/auto-analise.html' title='Auto-análise.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-230270102190688843</id><published>2010-02-12T19:23:00.002-02:00</published><updated>2010-05-19T13:54:54.940-03:00</updated><title type='text'>do subsolo à superfície.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem filosofias rebuscadas ou meias voltas em paradoxos indissolúveis.. hoje decidi pecar pela simplicidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não que eu esteja cansada das mil e uma reflexões ou tenha desistido de procurar respostas nas entrelinhas, mas é que percebi que algumas vezes o necessário pode residir nas superfícies.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vez ou outra, durante esses dias, me peguei pensando no quanto seria bom parar o tempo por alguns instantes, sentar numa cadeira de balanço (daquelas bem velhas mesmo, que gemem ao pendular), só pra ficar olhando pro nada e admirando miudezas e detalhes.. aquelas coisas que a gente não repara durante o dia. Cada feição e expressão humana, cheias de sentimentos e assimetrias.. Assimetrias que existem pra fazer tudo ficar mais interessante, já que transformam cada centímetro em único, indecifrável. Absorver cada cheiro que traz um sopro de vento, a temperatura do ar, a irrequieta melodia das folhas das árvores, com seu farfalhar dançante... ou só pra respirar a quietude da alma que, ancorada em si mesma, percebe a grandeza falante do silêncio..&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-230270102190688843?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/230270102190688843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=230270102190688843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/230270102190688843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/230270102190688843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2010/02/sem-filosofias-rebuscadas-ou-meias.html' title='do subsolo à superfície.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-8959090817377282969</id><published>2009-12-03T02:25:00.004-02:00</published><updated>2010-05-19T14:05:53.703-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/Sxc-A5gId0I/AAAAAAAAAEg/pxWPc_5sI44/s1600-h/closer+(1).jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/Sxc-A5gId0I/AAAAAAAAAEg/pxWPc_5sI44/s320/closer+(1).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/Sxc-A5gId0I/AAAAAAAAAEg/pxWPc_5sI44/s1600-h/closer+(1).jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;"&lt;i&gt;&lt;b&gt;So tell me you see it, with your own eyes&lt;br /&gt;Tell me the sky is falling now in your world.."&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-8959090817377282969?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/8959090817377282969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=8959090817377282969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8959090817377282969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8959090817377282969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/12/so-tell-me-you-see-it-with-your-own.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/Sxc-A5gId0I/AAAAAAAAAEg/pxWPc_5sI44/s72-c/closer+(1).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-7130297848175508773</id><published>2009-12-02T12:09:00.001-02:00</published><updated>2009-12-02T12:11:25.674-02:00</updated><title type='text'>Alexandre Lamotte</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/SxZ1akf2oeI/AAAAAAAAAEQ/ViapNHSvCR4/s1600-h/alexandre+lamotte.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/SxZ1akf2oeI/AAAAAAAAAEQ/ViapNHSvCR4/s320/alexandre+lamotte.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410641101666558434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-7130297848175508773?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/7130297848175508773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=7130297848175508773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7130297848175508773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7130297848175508773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/12/alexandre-lamotte.html' title='Alexandre Lamotte'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/SxZ1akf2oeI/AAAAAAAAAEQ/ViapNHSvCR4/s72-c/alexandre+lamotte.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-8402198187873460965</id><published>2009-11-30T10:52:00.003-02:00</published><updated>2010-05-19T13:56:08.374-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Arrancou daqui um pedaço.. deixou o nó na garganta do que se foi, sem um dia ter sido completo.. Deixou de ser o que não havia ainda se tornado, e arrancou à força a vontade, a esperança, os planos, os desejos..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vi correr o relógio e passar a vida, as pessoas. Foi quando você também passou... rasgando-me com o seu "ir embora", fazendo meu corpo desfalecer e o espírito se apagar. Sem olhar pra trás, me largou com o sufocamento.. a insuportável falta de ar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só te peço que nunca me lembre do futuro.. dos tijolos e da maldita cerca branca. Das máquinas fotográficas, dos microfones, do mundo, da areia.. dos vinis, das músicas (das nossas, e de todas as outras que virão me recordar de ti).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não quero mais saber dos teus olhos vermelhos de ódio... e das lágrimas, que insiste em dizer que fui eu quem as deixei cair (as lágrimas que, com tanto cuidado, tentei secar com os mais puros beijos e acalentos que vinham do âmago).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prefiro ser cega quando você tocar em outras mãos e quando carregar no peito o horizonte de uma vida sem mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queria poder escolher o não-sentir. E o não-sentir de ti por mim, também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tantos copos d'água não são suficientes pra acalmar a alma..&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-8402198187873460965?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/8402198187873460965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=8402198187873460965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8402198187873460965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8402198187873460965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/11/arrancou-daqui-um-pedaco_30.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-6625922836126986785</id><published>2009-11-30T10:51:00.002-02:00</published><updated>2010-05-19T13:56:23.410-03:00</updated><title type='text'>Fatídico.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quis um pouco de mim hoje, e não tive.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me perdi nos outros, no mundo, e não me encontrei. Foi por pouco, assim.. passei raspando no que parecia ser um pedaço do meu extremo esquerdo.. mas voltei de súbito quando o lado direito trombou com um passante qualquer. Nem seu nome eu sabia, mas me perdi pra ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me perdi pra um qualquer, um vulto no meio da multidão.. me esbarrou como se tivesse os olhos vendados, passou como se passa por uma pedra no meio do caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca soube que fez eu me perder em mim mesma e que só me deixou procurando o que eu de fato nunca achei..&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-6625922836126986785?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/6625922836126986785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=6625922836126986785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6625922836126986785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6625922836126986785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/11/fatidico.html' title='Fatídico.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-7902813732036153970</id><published>2009-09-07T23:00:00.003-03:00</published><updated>2010-05-19T13:56:37.351-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que eu sou permitida a perder as esperanças? Dentre todos, logo eu...que nunca esperei demais da vida, que não cobrava forças de ninguém, só compreensão. Será que não há a chance do amor livre, puro, e que tem que doer tanto assim alcançá-lo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu me doei à vida e ao amor.. E o amor e a vida me devolveram dor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-7902813732036153970?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/7902813732036153970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=7902813732036153970' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7902813732036153970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7902813732036153970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/09/sera-que-eu-sou-permitida-perder-as.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-3881155414654722243</id><published>2009-08-01T02:38:00.017-03:00</published><updated>2010-05-19T13:56:52.330-03:00</updated><title type='text'>Das coisas que passaram despercebidas - I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ana se dizia uma desacreditada no amor. Estava sozinha, enrolada com mil pessoas, consigo mesma.. não encontrava uma estabilidade e nem mesmo a queria, por achar que o estável culminaria, indubitavelmente, numa prisão. Se entregava, porém, ao que parecia ser qualquer e toda forma de amor sincero e livre que encontrava por aí, enquanto maldizia o sentimento para o vento, tentando se convencer do que falava..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vitor, tratava o amor da forma como ela menos podia suportar.. não admitia que estava à procura dele e nem se dava espaço para vivê-lo. Achava mesmo que sua auto-suficiência era o bastante e que seria (quase) impossível encontrar o amor novamente. Ele se convencia disso profundamente, todos os dias, e não deixava transparecer a mínima fraqueza para os outros ou para si.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela olhava pra ele sem o mínimo interesse.. Ele também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por tempos não passaram de dois bons conhecidos que dividiam certos gostos em comum.. conversavam sobre o tempo, sobre música.. e era só até aí que os poucos minutos que resolviam dividir com uma conversa, os levava. Nunca falavam sobre os sentimentos, sobre o mundo.. nunca deixavam que o assunto os penetrasse mais do que o superficial, ou que um olhar fosse além do vazio mundano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentavam se aproximar com abraços repentinos, em demonstrações inesperadas de carinho, quando havia alguma brecha na barreira de concreto que cada um havia criado pra si...e era bom. Tão bom! Mas não sabiam explicar exatamente o porque.. e nem sequer queriam tentar. Se tentassem realmente, iam cair numa indagação profunda sobre o que acontecia entre eles, e isso culminaria em algum dos dois indo embora, sem pensar pela segunda vez.. por medo, por auto-defesa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era melhor que as coisas ficassem assim, no não-explicado, no não-dito e feito..&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-3881155414654722243?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/3881155414654722243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=3881155414654722243' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/3881155414654722243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/3881155414654722243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/08/das-coisas-que-passam-e-ficam-i.html' title='Das coisas que passaram despercebidas - I'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-4027731878549308896</id><published>2009-07-22T03:29:00.004-03:00</published><updated>2010-05-19T13:57:23.319-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ana era daquele tipo de mulher de flor no cabelo, mãos dóceis e voz suave. Gostava de sentar embaixo duma copa de árvore e ficar lá, ouvindo um pássaro qualquer enquanto lia um livo. Acho que podia fazer isso um dia todo, se quisesse. E Ana, como toda mulher, vaidosa que era, dizia ser bobeira de Vitor todos os elogios que ele insistia em repetir, às vezes dias a fio, sobre&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;o quão bela era.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_Pára com isso. -dizia- Não há assim mulher tão encantadora, nem alguém assim tão ingênuo a ponto de se enganar que haja. Se quer me tocar com tais palavras, pelo menos faça o favor de não tentá-lo todos os dias. As coisas repetidas assim tão facilmente perdem o valor.. Não quero ser uma bela-não-tão-bela daqui há algum tempo, pois assim é o que está fadado a acontecer. Se por acaso um beija-flor pousasse todos os dias na sua janela e ficasse lá por um bom tempo, tempo suficiente para que você pudesse o admirar plenamente, não haveria mais graça em fazê-lo. O beija-flor se tornaria algo corriqueiro, e passaria assim, a ser simplesmente parte da janela. Não quero que seus elogios sejam recorrentes como o beija-flor, nem que a beleza que eu possuo de fato, se torne como que rotina aos seus olhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E Ana assim se desfazia dos agrados, enquanto contrariava o coração.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-4027731878549308896?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/4027731878549308896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=4027731878549308896' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/4027731878549308896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/4027731878549308896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/07/ana-era-aquele-tipo-de-mulher-de-flor.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-8899859566507908918</id><published>2009-07-03T00:18:00.001-03:00</published><updated>2010-05-19T13:57:36.109-03:00</updated><title type='text'>de mim, a mim. sobre qualquer um.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acende um cigarro, respira fundo. Espera as palavras saírem com calma da sua cabeça, elas vão encontrar uma ordem. Pode ser que façam sentido, quem sabe.. pode ser que não. O que faz sentido nessa vida, afinal? Nada faz.. as pessoas inventam sentidos pras coisas, significações. Aí o que não tem sentido não encontra compreensão. Assim como você mesma não encontrou, não vai encontrar..É sim, pedir muito que as pessoas te entendam, é quase impossível que alguém aceite que seja assim. O ser humano precisa de explicações, regras.. e quando você não oferece isso a ele, é o caos. Externo, interno.. na maior parte das vezes interno, quando se refere a algo ou alguém relacionado a você. Como você espera que as pessoas te acolham assim, desorganizada, desprendida? Um 'desprendida' mais ou menos, ainda.. que apesar de buscar o desprendimento, ainda não o atingiu, completamente. Essa sede de liberdade, esse sentimento de sufoco que te envolve quando você percebe que alguém criou uma mínima expectativa em relação a você.É difícil, mesmo.. sentir que você faz esperanças desmoronarem, futuros serem criados e esquecidos.. Mas calma.. Se ao menos alguém entendesse o quanto você também é humana e precisa de carinho.. um carinho despretensioso, um carinho assim, por si só. Ah, você daria tanto, mas tanto! Tudo que há dentro de você e um pouco mais.. Mudaria o mundo, moveria montanhas, por um sorriso, por alguém. Mas isso não existe.. porque quando você resolve saltar do penhasco e ir de cabeça na imensidão, alguém te puxa pela corda, e você acorda. A corda te prende, te limita. O que as pessoas não entendem é que você nunca iria embora, se a corda não existisse.. Elas não entendem que é exatamente a corda que faz você querer se afastar dali o mais rápido possível. É esse medo maluco de perder, essa angústia das pessoas, de esperarem uma recíproca da sua parte, que faz com que ela deixe de existir.Você, menina, previu os tropeços desde o começo, previu o fim, por mais que tivesse uma esperança de que ele não chegasse, e por mais que desejasse morrer ali, num abraço. Foi inevitável, como haveria de ser.. e o que deixa ainda mais claro que era inevitável, realmente, é a culpa que paira na sua cabeça, pelo término do caminho. A culpa que foi colocada ali, como se fosse você, e apenas você, o motivo, a desistência, o medo, a não-persistência. É isso que deixa claro que haveria realmente de chegar um fim.. pois o que é puro e real não deposita uma carga negativa como a culpa, sobre a pessoa dita 'amada'. Você sabe que não é alguém tão fácil de lidar, sabe que teve uma parcela nisso, mas não é responsável pelo fim, por completo. Isso não, nunca. E você, de jeito nenhum, diria isso da outra pessoa, também..O que é verdadeiro compreende, o que é verdadeiro, além de tudo, enxerga. E é isso, que desde o início da subida, faltou..e você sabia. Um olhar pra enxergar através, depois da cerca das coisas mundanas. Além das letras, além dos números...além de tudo isso que não tem valor nenhum, na verdade.. Mas que é exatamente a única coisa que as pessoas conseguem enxergar. Se existisse isso, ao menos..quem sabe hoje não faria frio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-8899859566507908918?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/8899859566507908918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=8899859566507908918' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8899859566507908918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8899859566507908918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/07/de-mim-mim-sobre-qualquer-um.html' title='de mim, a mim. sobre qualquer um.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2054913142274795685</id><published>2009-05-20T12:06:00.002-03:00</published><updated>2009-05-20T12:10:01.467-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>I'm drinking wine in a cup of coffee.&lt;br /&gt;The sky cries and there's no clouds today..&lt;br /&gt;I've been drinking wine in this cup of coffe,&lt;br /&gt;Waiting for the time and the people to slip away&lt;br /&gt;The visions I get from the chair in the backyard&lt;br /&gt;Are the only visions that are here to stay&lt;br /&gt;The world slips away with the wine&lt;br /&gt;That disappears from the cup of coffee,&lt;br /&gt;While I pray.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2054913142274795685?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2054913142274795685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2054913142274795685' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2054913142274795685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2054913142274795685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/05/im-drinking-wine-in-cup-of-coffee.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2084954410377033133</id><published>2009-05-14T10:56:00.005-03:00</published><updated>2009-05-14T18:00:40.831-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O pensar cansa as pálpebras,&lt;br /&gt;Imprime a angústia no peito,&lt;br /&gt;Tropeços na voz.&lt;br /&gt;Pensando, percebo que te encontrei ao acaso,&lt;br /&gt;Nas voltas que dá a vida,&lt;br /&gt;No meio de um caminho gasto..&lt;br /&gt;De relance parecia simples,&lt;br /&gt;Um leve sopro do destino&lt;br /&gt;E um esbarrão em ti,&lt;br /&gt;Meu desatino.&lt;br /&gt;Encontrei tuas palavras, um olhar&lt;br /&gt;Teus braços, um beijo,&lt;br /&gt;Um toque falho&lt;br /&gt;E meu desejo.&lt;br /&gt;O tempo de fato viria a dizer,&lt;br /&gt;Que de sonhos contigo viveria eu,&lt;br /&gt;E de promessas partidas, você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2084954410377033133?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2084954410377033133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2084954410377033133' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2084954410377033133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2084954410377033133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/05/o-pensar-cansa-as-palpebras-imprime.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-6464284900920351887</id><published>2009-05-14T10:40:00.002-03:00</published><updated>2009-05-14T10:56:15.660-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Pieces of a jigsaw on the floor&lt;br /&gt;They don't fit my head,&lt;br /&gt;There's just no room for them&lt;br /&gt;It's useless to try&lt;br /&gt;Too late again,&lt;br /&gt;Too late again&lt;br /&gt;I began to feel like the weather,&lt;br /&gt;From a warmth breeze,&lt;br /&gt;A sudden storm,&lt;br /&gt;It rains on the jigsaw that laid on you bed&lt;br /&gt;The flood breaks it apart,&lt;br /&gt;And soon there's nothing there&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-6464284900920351887?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/6464284900920351887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=6464284900920351887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6464284900920351887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6464284900920351887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/05/pieces-of-jigsaw-on-floor-they-dont-fit.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-5464212555162765909</id><published>2009-03-18T02:31:00.001-03:00</published><updated>2010-05-19T13:59:21.506-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se algum dia me perguntassem como era a vista do alto da montanha, eu diria assim: Se faz das copas das árvores.. um ou outro pássaro passam à vista de mim. De longe vejo o rio, um pasto...coberto de verde como uma manta. E o horizonte durante o pôr do Sol, fica de um azul escuro e laranja. Mas logo se faz noite e já não se vê nada.. Aí acaba. Se eu me atrever a olhar mais atentamente, corro o risco de perder o equilíbrio, e cair num vale onde o fim não chega aos olhos da gente. Até me dá vontade, às vezes, de saber o que tem bem no fundo, se me jogar daqui fosse própício. Eu posso passar noites imaginando o que eu encontraria quando chegasse no escuro desse precipício...se eu cairia na copa de alguma árvore e logo me espatifaria no chão ou se eu mergulharia num rio de profundo tão, que pros lados de lá da montanha fosse o acaso levar, bem pra trás daquelas três orquídeas brancas que delimitam o meu enxergar. Mas sempre que penso nisso até dou um passo pra trás, de tanta vertigem que dá só o fato de imaginar. Não que eu não goste mais daqui do alto, é que cansei desse mesmo lugar... das ervas daninhas que sobem as paredes da casa, do eco que faz o vento passar. O som dos bichos roendo a madeira, a falta de luz do céu a chegar... Incomoda isso tudo, mas o que mais tenho a reclamar é o frio que encobre as noites de Lua, fazendo de gelo o pulmão...e a solidão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-5464212555162765909?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/5464212555162765909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=5464212555162765909' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5464212555162765909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5464212555162765909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/03/se-algum-dia-me-perguntassem-como-era.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-5077966181832477977</id><published>2009-01-07T01:38:00.008-02:00</published><updated>2010-05-19T13:59:32.358-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;ão posso dizer ao certo quando começou, só sei que acabou assim, de repente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Parece que foi algo do céu, que passou e arrancou a parte que era sua do meu peito.. Não entendi de primeira, ma&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;s já tinha ouvido dizer que às vezes o amor se vai, como que numa rajada de vento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Me perguntava onde estaria o encanto das suas palavras, dos gestos. Mas percebi que o segundos não traziam o porquê.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Se tornaria pó o meu afeto, por completo, até o amanhecer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fui ficando incrédula, boba, sem saber como o amor podia sumir assim, de repente. “É possível – pensava eu – que depois de tanto tempo mudamos tanto, sem perceber? Ou pode ser que esse abismo que existe, sempre houve, entre mim e você?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quiçá você foi um amor de infância, daqueles sem querer. Típico amor desses que o destino apronta, sem chão, nem pé ou qualquer razão de ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mas amor de infância, na infância permanece. Ao lado dos brinquedos jogados e as roupas que já não servem, ilustrando o espaço do que foi e do que, simplesmente, antecede.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Já é hora de crescer...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-5077966181832477977?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/5077966181832477977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=5077966181832477977' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5077966181832477977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/5077966181832477977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2009/01/n-o-posso-dizer-ao-certo-quando-comeou.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-7458691431809690955</id><published>2008-12-09T13:26:00.004-02:00</published><updated>2010-05-19T13:59:48.136-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu caminho se faz em meio à névoa, neblina que não dissipa, e esconde o horizonte.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há ninguém por perto, e a não importância disso pra mim é o que me preocupa. Se o que acontece é que estou morrendo aos poucos, de olhos abertos, em plena consciência.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O toque me causa repulsa e o calor me enoja, apenas a sensação de ter o abismo em volta me acalma. Nasci para andar em meio ao cinza, ter os pés livres, tateando o desconhecido. Não há caminho que se siga em dois, pois o medo não existe quando alguém segura sua mão. E é só com o medo, porém, que se atinge a plenitude do conhecimento, da experiência. É só o medo que impulsiona uma ação.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prefiro caminhar assim, sozinha. Tenho como companhia meus múltiplos 'eus', minhas experiências, meus olhos, meu pés, a falta de chão, a névoa, o frio.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-7458691431809690955?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/7458691431809690955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=7458691431809690955' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7458691431809690955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7458691431809690955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/12/meu-caminho-se-faz-em-meio-nvoa-neblina.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-4659412818979385822</id><published>2008-10-11T00:36:00.001-03:00</published><updated>2010-05-19T14:00:06.923-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em êxtase, te mantenho presente em pensamentos. Em meio ao desatino, te espio dormindo, me envolvo nos seus sonhos e, de tão inebriada com o seu perfume, me faço tonta...perdida em meio à desejos loucos, sambando sempre de um caminho à outro. Me visto de desentendida quando percebo que o toque dos seus lábios já não é mais o mesmo, ou que sua mão já não procura a minha. Esse tato falho que eu tanto almejo, que imagino quando fecho os olhos, que sinto com a brisa quente que passa, arrepiando o âmago, entorpecendo. Seu 'mal-me-quer' é como falsa brincadeira, que de tão inocente, se faz irremediável verdade. Se me engano e finjo que há de florescer, faço a extensão daquilo que eu queria que fosse, e exatamente aquilo que sei a terra não vai me dar. Uma flor murcha não há de reviver, e ela se torna simplesmente uma não-flor. É 'não-flor' pois nela não há beleza, e sendo assim não lhe cabe a admiração digna que faz das flores, flores. Mas é apenas 'quase' pois o fio de esperança que existe para que ela renasça se torna uma espécie de admiração, sincera, mas não por ela em si, e sim pela flor que ali haveria de existir. E é essa flor, que um dia tão vistosa dormindo na sua lapela, se despedaçou, enquanto, em prantos, se desfazia também o amor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-4659412818979385822?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/4659412818979385822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=4659412818979385822' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/4659412818979385822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/4659412818979385822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/10/em-xtase-te-mantenho-presente-em.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2878962197329676908</id><published>2008-09-14T05:09:00.002-03:00</published><updated>2010-05-19T14:00:30.924-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Antes que o sol apareça&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E com ele se vá a razão,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Naquela pilha, as cartas, bilhetes,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Uma rosa vermelha no chão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Minha mão que já não mais sente&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sem tato, seu corpo macio&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Amante de tantos sofreres,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Me diga por onde partiu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Restaram das taças, do vinho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Que um dia selaram amor,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A mancha, pedaços de vidro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Jogados no chão com rancor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Me rasga a carne, essa ponta&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Que a dor supere a razão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Espero que a noite não passe,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não antes que os sensos se vão&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2878962197329676908?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2878962197329676908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2878962197329676908' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2878962197329676908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2878962197329676908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/09/antes-que-o-sol-aparea-e-com-ele-se-v.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2858751521473993752</id><published>2008-09-13T17:07:00.002-03:00</published><updated>2010-05-19T14:01:27.290-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vida,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Meu pranto alivia,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;É tanto, minha cama vazia,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Me diga que tanto fazia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Enquanto essa alma dormia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vida,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O santo trazia,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Uma gota de sangue vertia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Me diga como é que podia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Dia/noite, tanta agonia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vida,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Que antes reluzia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Num copo de água, perdia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A cor, o cheiro, a mania&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;De sempre orar pelo dia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vida,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Onde a sorte jazia,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Esquece o que antes existia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Tranforma o que o Sol refletia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em noite, escura, vazia&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2858751521473993752?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2858751521473993752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2858751521473993752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2858751521473993752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2858751521473993752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/09/vida-meu-pranto-alivia-tanto-minha-cama.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-7476256311174736147</id><published>2008-08-14T02:35:00.003-03:00</published><updated>2008-10-15T09:47:48.995-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sou feita da mais louca e perfumada sandice.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-7476256311174736147?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/7476256311174736147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=7476256311174736147' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7476256311174736147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7476256311174736147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/08/sou-feita-desse-laranja-ctrico-que.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-7970235829581486328</id><published>2008-08-09T02:14:00.005-03:00</published><updated>2010-05-19T14:01:50.574-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sangue da tua veia,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Se esvai por entre as minhas, se perde no meu liquido viçoso&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sangue esse que penetra tais entranhas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Causando um tonto, ilegítimo gozo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sangue da tua veia,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Permeia os sentidos, por onde passa&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vermelho-vivo, fervente,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Quase um obsceno torpor, desgraça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Corrente árdega,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Deixa lânguido meu corpo,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Se dilui, de um ímpeto&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sangue esse, venenoso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-7970235829581486328?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/7970235829581486328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=7970235829581486328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7970235829581486328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7970235829581486328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/08/o-sangue-da-tua-veia-que-se-esvai-por.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-4010703441130520042</id><published>2008-07-05T02:11:00.004-03:00</published><updated>2010-05-19T14:02:10.409-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O incontestável desejo do olhar trocado naquele primeiro encontro, que logo te despe dos sentimentos e te larga a sós com os sentidos. Aquele olhar penetrante, que na incerteza da recíproca, vem e vai, ininterruptamente. Que na iminência de se perder no momento, desfoca. E que, no momento em que encontra o outro olhar, se contrai, e derrama uma lágrima.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-4010703441130520042?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/4010703441130520042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=4010703441130520042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/4010703441130520042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/4010703441130520042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/07/o-incontestvel-desejo-do-olhar-trocado.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-8589492048792244598</id><published>2008-06-19T16:11:00.001-03:00</published><updated>2010-05-19T14:02:32.457-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Pra que serve essa coisa de mãos dadas, de passos análogos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Pra que cantar o sentimento efêmero, o beijo dado?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Pra que esperar qualquer retorno, um olhar ao acaso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Quando aquilo que te faz pensar, desejar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não há, na verdade. Não há.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-8589492048792244598?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/8589492048792244598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=8589492048792244598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8589492048792244598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8589492048792244598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/06/pra-que-serve-essa-coisa-de-mos-dadas.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2793394076396387532</id><published>2008-06-02T20:40:00.002-03:00</published><updated>2010-05-19T14:07:06.792-03:00</updated><title type='text'>Torço, retorço..</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;_Até onde isso é certo, seu moço?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Viver assim tão longe dele..&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;_Menina, descansa.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não é o fundo do poço,&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Se tu não tivesse outro fim suposto&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Taria na mesma: desgosto.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;_Mas e agora, que faço?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Esse corte aberto, exposto..&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;_Não torça o pescoço,&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ele era...oposto.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;_E como páro esse choro?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Sozinha não posso..&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;_A dor já já passa,&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;No tempo imposto..&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;_Desgraça..&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2793394076396387532?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2793394076396387532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2793394076396387532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2793394076396387532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2793394076396387532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/06/toro-retoro.html' title='Torço, retorço..'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-6274494697489488259</id><published>2008-05-29T23:35:00.006-03:00</published><updated>2010-05-19T14:03:03.394-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguém te compreende o suficiente para que você se sinta acolhido, te provoca aquele sorriso que não se esvai do rosto até a hora em que você consegue parar de pensar e finalmente dormir..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você se esquece das angústias da vida, da tristeza do mundo, pra ser egoísta e sentir sua alma se iluminar por alguns instantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você sobe...até a última nuvem do céu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra só então, despencar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu coração não quer saber o motivo, mas sua cabeça sempre soube o quanto faltava para o desengano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E assim se faz a queda..um imenso frio na barriga e idéias retiradas à força de dentro. A dúvida do que poderia ser o que nunca foi. A dor do equívoco, latente nas veias, no peito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um vento cortante, gelado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um amor irrisório.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-6274494697489488259?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/6274494697489488259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=6274494697489488259' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6274494697489488259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/6274494697489488259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/05/sabe-quando-coisas-boas-acontecem-e.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-8015734544669084190</id><published>2008-04-04T20:05:00.005-03:00</published><updated>2010-05-19T14:03:22.123-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Quero tua essência comigo,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Colocar ela num potinho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Pra que eu te leve à todo lugar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Se assim fosse possível, te colocaria goela abaixo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Para que entrasse no meu ínfimo, íntimo, espaço&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Teria você em minhas veias&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Dentro do meu sistema,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Acompanhando meu passo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-8015734544669084190?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/8015734544669084190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=8015734544669084190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8015734544669084190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/8015734544669084190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/04/quero-tua-essncia-comigo-colocar-ela.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-7195465388485023575</id><published>2008-04-03T23:03:00.003-03:00</published><updated>2008-04-03T23:18:05.719-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tua mão amarrada na minha, como se fosse à força&lt;br /&gt;Sinto o peso da corda, o atrito que corta&lt;br /&gt;Mas se puxo, não solta.&lt;br /&gt;E assim ficamos,&lt;br /&gt;Inertes à nossa vontade&lt;br /&gt;Sem saber se vem, ou se volta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-7195465388485023575?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/7195465388485023575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=7195465388485023575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7195465388485023575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/7195465388485023575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/04/tua-mo-amarrada-na-minha-como-se-fosse.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-735393728293412061</id><published>2008-03-31T23:00:00.001-03:00</published><updated>2010-05-19T14:03:45.572-03:00</updated><title type='text'>Peço</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que o Sol te aqueça na maioria, mas não em todas as manhãs.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que o espelho te mostre a imperfeição do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que o café seja suficiente, e nada mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que o chão frio da rua te leve por tortuosos caminhos, ao topo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que suas mãos fiquem calejadas, mas que se acostume ao suor árduo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que fique exausto, mas não o suficiente para que se canse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que a Lua guie seu caminho na escuridão, mas que traga sombras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Que compreenda a vida, mas nunca plenamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-735393728293412061?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/735393728293412061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=735393728293412061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/735393728293412061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/735393728293412061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/03/peo.html' title='Peço'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-3590677683581978830</id><published>2008-02-21T01:32:00.002-03:00</published><updated>2010-05-19T14:04:01.550-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentando enganar com palavras doces a grande confusão que meus olhos aparentam, por enxergar a realidade. Que minhas cordas vocais não suportam, revirando-se à menção de uma mentira mal contada. Que minhas costas não aguentam, pela força insuficiente de se manter eretas, quando queriam estar largadas em um canto qualquer. Que meu estômago finge não saber, regurgitando um outro motivo qualquer para tornar o áspero um pouco mais suave.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-3590677683581978830?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/3590677683581978830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=3590677683581978830' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/3590677683581978830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/3590677683581978830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/02/tentando-enganar-com-palavras-doces.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2372707789050302704</id><published>2008-02-18T22:10:00.003-03:00</published><updated>2010-05-19T14:04:14.693-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando as dúvidas resolvem aparecer, não há Cristo que as tire da cabeça ou que acabe com aquela sensação de ansiedade intrínseca a elas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Noites em claro atormentadas por pensamentos incessantes que tentam achar uma saída para se livrar do incômodo e angústia de uma dúvida..mas a única coisa que isso nos faz perceber é que não adianta quebrar a cabeça pensando que elas simplesmente não vão desaparecer. (e lá se foram mais 3 horas perdidas na madrugada que não serviram pra nada...)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2372707789050302704?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2372707789050302704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2372707789050302704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2372707789050302704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2372707789050302704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/02/quando-as-dvidas-resolvem-aparecer-no-h.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-1951175787692875625</id><published>2008-01-10T13:18:00.002-02:00</published><updated>2010-05-19T14:04:56.055-03:00</updated><title type='text'>Entrelinhas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Um livro inteiro por muitas vezes não causa o mesmo impacto que tem uma única frase.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Dão de comer a quem tem fome e vestem os mendigos, mas suas próprias almas andam famintas e nuas."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Retirada do livro "O Retrato de Dorian Gray".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-1951175787692875625?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/1951175787692875625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=1951175787692875625' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/1951175787692875625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/1951175787692875625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2008/01/entrelinhas.html' title='Entrelinhas'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-383329225212166374</id><published>2007-10-28T11:28:00.002-02:00</published><updated>2010-05-19T14:05:09.907-03:00</updated><title type='text'>Amor demais.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o passar do tempo percebe-se que se o amor que envolve cada ser nesse mundo fosse maior, estaríamos inseridos num outro contexto, onde tudo seria diferente (para melhor).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não digo esse amor de esquina, passageiro, digo um amor apaixonado, incondicional. Aquele que dura tempo o suficiente para que se ame cada centímetro quadrado de pele, de cheiro, de ideais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se esse amor fosse maior, talvez as pessoas olhariam menos para um espelho, e se encarariam mais nos olhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se esse amor fosse maior, talvez se olharia mais os outros, ao invés de se olhar apenas para frente, fazendo com que se enxergasse os mais baixos, os que estão de joelhos, evitando trombos pelo caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amar como se fosse o primeiro, o último, o mais, o melhor, o único.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-383329225212166374?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/383329225212166374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=383329225212166374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/383329225212166374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/383329225212166374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2007/10/amor-demais.html' title='Amor demais.'/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6196919958193215957.post-2103927988288614712</id><published>2007-06-19T10:55:00.000-03:00</published><updated>2007-06-19T11:08:33.790-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>bucolismo.bucólico.&lt;strong&gt;bucolicamente.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;um repouso dessa vida sem ar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6196919958193215957-2103927988288614712?l=bucolicamente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bucolicamente.blogspot.com/feeds/2103927988288614712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6196919958193215957&amp;postID=2103927988288614712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2103927988288614712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6196919958193215957/posts/default/2103927988288614712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bucolicamente.blogspot.com/2007/06/bucolismo.html' title=''/><author><name>Vanessa Yazbek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14317467938058462329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nkUcWuoYa1A/S_m-UCSY_cI/AAAAAAAAAGo/4Ue42ALVQcw/S220/Foto805.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
